quarta-feira, 20 de junho de 2018

"Não dão ponto sem nó"

Acho graça quando as pessoas tentam fazer passar as suas ações manipuladoras como um grande ato altruísta. "Olha aqui o que eu te estou a dar"... como se os outros não percebessem que, com isso, eles também estão a ganhar alguma coisa. Como se eu fosse totó para acreditar em tamanha generosidade. Quando vêm com a farinha, já eu fiz o bolo. Mas é um jogo que eu gosto sempre de jogar, faço-me de parva, como se não tivesse percebido, e farta de saber o que está por trás daquela ação aparentemente tão generosa. Então com homens, que adoram pensar que estão no controlo de tudo, ainda mais gozo me dá. Parvos são eles, topo-os à distância. Que mundo podre.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Ai ai, vida de pobre

Quase todos os meses penso: "este mês vai ser mais sossegado, mais desafogado, não há gastos extra", mas todos os meses há alguma coisa que nos faz gastar mais do que queremos. 
Tirando raras situações em que de facto precisamos de algo, a sensação que me dá é que passamos a vida a conter-nos em coisas para nós mas depois temos que gastar para os outros. Todos os meses há um aniversário ou vem a Páscoa, o Natal, um casamento, um bebé que nasce... Gasto mais dinheiro em prendas para os outros do que em coisas para mim. 

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Não sou a pessoa mais adepta do calor. Detesto sentir-me suada, colada às roupas, fico desconfortável, parece que nada cai bem no corpo, enfim. Mas adoro dias cheios de luz e que convidam a passeios e a vida social fora de casa. Estes dias de calor dão outro ânimo, até fico com outra disposição para o trabalho. Claro que preferia estar enfiada numa piscina ou numa esplanada a ler um livrinho do que a trabalhar, mas faz-se o que se pode. Só o facto de podermos sair do trabalho e ir dar um passeio já alegra o dia!
Ontem fomos dar um passeio com os meus pais e hoje já me imagino a acabar o trabalho e ir até ao parque da cidade ou fazer uma caminhada, algo assim. Só me apetece sair de casa, estou farta de todos os meses de frio que nos obrigaram a uma rotina mais caseira. Já só penso em férias!

sábado, 16 de junho de 2018

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Sugerindo...

Quando a Cozy Details me contactou fiquei muito contente. Já tinha visto as peças bonitas que fazem, já tinha ouvido falar e gosto muito do conceito. Enviaram-me uma pulseira giríssima que, além de ter o nome do meu blog gravado, ainda vem com uma fita dos tons do blog, uma fita rosa e uma fita em tons terra e bordeaux, para ir trocando. Ou seja, todas as cores que eu gosto, só por causa das coisas. Assim que recebi a pulseira, meti no pulso e ainda não tirei. É tão querida e diferente! O melhor de tudo é que as gravações são personalizadas, portanto podemos ter artigos com o nome, data, símbolo ou localização que quisermos. Há acessórios para todos os gostos, desde pulseiras a porta-chaves, sempre com a possibilidade de personalização, que confere originalidade às peças, o que resulta sempre num excelente presente.


A minha pulseira é da linha Boho Wrap, que é uma coleção de estilo boho/gipsy que se enrola à volta do pulso. O material é de qualidade, fino e macio. Para mim que detesto sentir coisas  a apertar-me é ótimo, porque prendo no pulso com a intensidade que quero, como me sinto mais confortável.




Se procuram um negócio português, feito à mão e personalizado ao vosso gosto, não procurem mais. Encontram estas pulseiras e outras coisas giras e coloridas na Cozy Details aqui. Também podem ir espreitar o facebook e o instagram da marca, para terem a certeza de que não perdem nenhuma novidade. 

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Embirração literária

Nem só de clássicos e grandes romances vive o Homem, às vezes é preciso uma daquelas histórias cocós cheias de clichés. Leio e vejo muita porcaria também, coisas que não acrescentam nada de relevante à minha vida. Sem querer julgar quem lê e gosta, que cada um lá sabe dos seus gostos, não consigo gostar de Nora Roberts. Comprei há uns anos três livros dela. Começou logo por ser um flop no momento em que pensei que eram livros "normais" e eram livros de bolso. Valeu-me ao menos ter pago pouco por eles, que além de serem livros de bolso e, portanto, normalmente mais baratos, ainda os comprei numa promoção. 

Penso que li dois e não consegui pegar no terceiro. Não é que as histórias sejam más, que lembro-me que até achei graça ao primeiro que li, mas é tudo tão mais do mesmo, aquelas histórias previsíveis, romances de cordel para entreter o mulherio... E está tudo bem com isso, às vezes até sabe bem ler um livrinho assim mais para o leve, mas embirrei com a autora, pronto. Consegui ao menos vendê-los à mãe de uma amiga que adora os livros dela, mas também nunca mais caio no erro de comprar mais do que um livro de um autor que não conheço, sem antes saber se gosto. 

Vocês gostam desta autora? Qual o vosso autor-embirração?

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Tenho o maior respeito por aquelas pessoas que têm que passar a vida em viagens ou fora de casa devido às suas profissões. Eu trabalho a partir de casa mas, em alguns dias ao longo do ano, tenho que me ausentar a trabalho e detesto. Não é que não goste de fazer coisas diferentes e a verdade é que esses dias até sabem bem por fugirem da rotina, mas custa-me estar longe de casa, principalmente agora que sou só eu e ele. Ainda não tenho filhos, portanto não posso falar como é estar longe deles, mas imagino que seja ainda mais difícil. 

Aquelas pessoas que passam mais tempo em viagens do que em casa ou aqueles que têm que trabalhar no estrangeiro e deixam a família para trás, têm a minha maior admiração e respeito. Não sei como conseguem. Não será fácil, com toda a certeza. O pior é que nem sempre a parte financeira compensa sequer o sacrifício, o que torna tudo ainda mais difícil. Acho que não conseguiria ter um emprego assim, já que me custa tanto uma dúzia de dias espalhados pelo ano. Gosto tanto da minha casinha, das minhas coisas, do meu conforto, da minha zona de conforto...

terça-feira, 12 de junho de 2018

There is no such thing as too many books | Buyology: a ciência do neuromarketing by Martin Lindstrom



Gostei tanto do outro livro, Brandwashed, que comprei este numa promoção da Fnac, no dia do livro. Custou cerca de 8€ e valeu cada cêntimo!

O Brandwashed  é mais detalhado na forma como explica os truques usados pelo Marketing para nos fazer comprar, este livro baseia-se mais no que está por dentro do nosso cérebro que nos leva a cair nesses mesmo truques ou, melhor, de que forma o conhecimento das reações do nosso cérebro ao consumo podem ser usadas contra nós. Se tiverem curiosidade em ler ambos, recomendo começarem por este e só depois lerem o Brandwashed. Não é que tenha continuidade, mas faz mais sentido perceber primeiro o poder da neurociência no marketing e só depois ir aos truques detalhados que são usados para enganar o nosso cérebro e fazer-nos comprar.

Gostei muito! O livro é pequeno, lê-se muito rapidamente e é uma leitura leve. Alguns detalhes são engraçados, outros fazem-nos pensar mais seriamente sobre esta temática do consumo e da publicidade. O autor é simplesmente genial nesta área, muito bom mesmo.
Recomendo muito, quer um, quer outro (mas acho que melhor mesmo é ler os dois!).