quinta-feira, 26 de julho de 2018

Alias Grace


Nem só de séries cocós vive esta M. que vos escreve. Às vezes apetece algo com mais substância, algo diferente, e aí entrou esta mini série. É pequenina, tem apenas 6 episódios de 45 minutos e vê-se num abrir e fechar de olhos.

É uma série original da Netflix, baseada no bestseller com o mesmo nome, de Margaret Atwood, a mesma autora do livro que inspirou The Handmaid's Tale (alguém aí vê?). Só por si já tem tudo para dar certo, porque a Netflix tem produções de qualidade e ainda por cima com uma história desta autora, só que depois ainda lhe meteram ali no meio a fofinha da Sarah Gadon. Eu perco-me por sotaques, pá! Ela fala e só me apetece dar-lhe beijinhos, está tão querida nesta mini série. 
Indo ao que interessa: a personagem da Sarah Gadon é Grace Marks, uma jovem mulher que foi considerada culpada de dois assassínios, que é visitada por um psiquiatra para avaliar se esta merece ou não ser ilibada por insanidade. Durante estes encontros entre eles, vamos conhecendo a história de vida de Grace Marks desde a sua infância até ao momento dos crimes e posteriormente, depois da decisão do psiquiatra.

Eu gostei muito! É daquelas séries viciantes, que vemos uns episódios atrás dos outros. É narrada pela personagem principal e tem alguns monólogos, mas eu gosto deste tipo de série. O final é muito intrigante, vale mesmo a pena ver. Recomendo muito!

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