quarta-feira, 20 de maio de 2015

Just stop! (ou aquela pergunta que já chateia, parte 2)


Qualquer estudante em fase final de mestrado quer é que o deixem sossegado ou o convidem para ir beber uns copos para esquecer. Não quer, nunca, que o lembrem que tem um projeto desta magnitude em mãos (e muitas vezes sem término próximo). Por isso, façam o favor de parar de perguntar como vai a tese, se já temos amostra, quando vamos acabar - acreditem, ninguém mais do que nós quer acabar esta merda e voltar a ter vida - se falta muito... A não ser que queiram fazer as coisas por nós ou ajudar-nos de alguma forma, parem! A sério, ninguém quer falar sobre isso, muito menos em conversa de circunstância. 

4 comentários:

  1. Como eu te percebo! Ainda por cima , no meu caso, e por circunstâncias da vida, a coisa está a demorar MUITO mais do que eu alguma vez previ.... E eu até percebo que no meu caso as pessoas perguntem, já que estou há demasiado tempo de volta disto... mas ainda assim só me dá vontade de chorar de cada vez que fazem alguma pergunta do género!!! ;)

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  2. É um impulso que temos, uma maneira de mostrar que nos preocupamos, mas percebo totalmente que é uma altura de uma pressão imensa e que não vale a pena estarmos a chatear ainda mais as pessoas.

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  3. Como eu te compreendo. Estou na mesma. Se há coisa capaz de me "azedar" o dia /humor é "Então, já está tudo feito?" ou "Já acabaste a tese?", a sério, acho que até deito fumo pelas narinas. Uma pessoa já anda com um camadão de nervos em cima à conta da dita e ainda vêm deitar lenha pra fogueira -.- e não falo de quem não nos conhece mas dos mais próximos, amigos, familiares, etc

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