terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Procrastinação versus produtividade

No que respeita à tese, sou a mestre da procrastinação. Nunca me apetece fazer nada relacionado com ela. Vejo os artigos e reviro os olhos, penso nas coisas que ainda tenho para enquadrar e organizar e finjo-me de morta. Ando ali com o peso na consciência durante dias e dias, mas nem sequer me apetece olhar para ela. Até que lá me decido que tem que ser mesmo e pego nisto. Mudo aqui, mudo ali, acrescento isto, tiro aquilo e numa manhã ficou o trabalho adiado durante semanas completamente feito. E depois penso porque é que andei tanto tempo a adiar, se era tão fácil e relativamente rápido. Só preciso de me dedicar exclusivamente a isto umas horinhas e o resto vem facilmente. Adoro o meu tema, por isso é fácil embrenhar-me completamente no trabalho. As ideias vão-se encadeando muito bem (nos dias bons) e o sentimento de missão cumprida vale todo o esforço. Mais uma meta atingida, só falta mesmo uma parte pequenina (espero eu) e não se mexe mais - pelo menos até que a orientadora se lembre de me pôr a fazer mais correções. 

E pronto, com isto feito, já posso ir brincar ao Carnaval que tanto adoro...só que não.

2 comentários:

  1. Vês? O esforço compensa sempre :) E se é uma coisa de que gostas, é mais fácil, felizmente!! Ahah, somos duas.. Vou já ali mascarar-me :p #sqn

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  2. Como te percebo... sou tal e qual! Na parte teórica, pelo menos. A prática anda mais devagar, que requer mais trabalho... ;)

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