quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

O carteiro aqui da zona deixa-me furiosa. Estou a pontos de ir fazer queixa dele, se isto me acontece mais alguma vez. Não é que o estúpido do homem deixa as minhas encomendas com as vizinhas? Já não é a primeira nem a segunda vez que isto acontece. A minha tia acaba de me bater à porta, que foi à frutaria aqui ao pé de minha casa e a senhora tem lá uma encomenda minha. Ao que parece o carteiro deixa com ela muitas encomendas de pessoas aqui da zona. A senhora assina o recibo de recepção e lá vai ele à vida dele. Isto não se faz! Por acaso são pessoas de confiança, mas e se não fossem? Bem que podiam ficar com as coisas dos outros. E não é só a senhora da frutaria, a minha vizinha da sapataria também já cá veio entregar coisas que o carteiro lhe deixa. Em vez de tocar à campainha e esperar que eu vá buscar (ou deixar o papelinho para eu ir levantar aos ctt), dá assim as minhas coisas a qualquer um. Começo a passar-me com isto. É que sempre que são coisas que não cabem na caixa de correio, lá andam as minhas coisas a passear pelas mãos dos outros. Confiar eu até confio, são pessoas sérias. O pior é que são todas umas cuscas, comentam tudo. Não têm nada que saber o que eu encomendo ou deixo de encomendar. Fico possuída!

4 comentários:

  1. E ele não tem nada que entregar a alguém que não seja o que consta no destinatário... Simples assim. Tens todo o direito de ficar chateada e de exigir que ele cumpra o seu dever de entregar no local correcto as encomendas.

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  2. Realmente, que chatice. Mas o senhor pode não fazer por mal, se eu fosse a ti tentava primeiro falar com o carteiro a dizer que se não fosse alguém da minha casa a atender, para levar para os correios e só se o senhor não fizesse isso é que faria queixa aos CTT

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  3. Por acaso aqui o meu carteiro também faz isso, de vez em quando. Mas deixam o papel a dizer que a encomenda ficou com o vizinho. E aqui no UK, na zona onde moro, como ninguém se conhece, não há dessas cuscas. Por isso até nem me importo! Mas se fosse na Madeira, importava-me com certeza!

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