sábado, 21 de julho de 2018

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Pessoalmente, causa-me incómodo que as pessoas ainda usem os insultos sobre atributos físicos como arma de arremesso contra alguém. Acho estranho que alguém precise de diminuir o corpo dos outros, que mais não é do que a carcaça que guarda o que verdadeiramente importa, para se sentir melhor ou como forma de insultar. És gordo, tens orelhas grandes, tens dentes tortos, tens um narigão... são o tipo de insulto de quem não tem inteligência/maturidade suficiente para ver o que está por dentro. Claro que há características físicas mais bonitas do que outras (mas isso também é muito relativo, cada um terá a sua opinião do que é bonito e do que é feio) e que o corpo é a primeira coisa que vemos sobre alguém, é uma parte importante do que somos, mas há muito mais para além disso. Pelo menos, é suposto que haja mais para além disso. Insultar com base em características físicas sobre as quais nem sequer se tem controlo, na maioria das vezes, é muito poucochinho. Diz-me mais sobre a pessoa que insulta do que sobre o nariz grande/pernas tortas/orelhas gigantes/estatura pequena da pessoa que é insultada. Ninguém tem culpa de ser alto/baixo, ter um nariz maior ou menor, ter uma pele escura ou clara, ver bem ou ver mal... já de ser o tipo de pessoa que critica essas coisas, sim. 

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Passatempos

Deve ser verdade aquela história do "sorte ao jogo, azar ao amor" e vice-versa, é que eu nunca ganhei nada! Tenho demasiada sorte no amor para ainda ter também sorte no jogo :p Eu bem concorro, embora seja super chato ter que estar sempre a marcar não sei quantos amigos para poder ter uma entrada válida, mas, ainda assim, nunca tenho sorte. Na maior parte das vezes nem sequer me chateio a concorrer porque já sei que não serei a feliz contemplada, mas quando o prémio é algo que eu quero mesmo mesmo muito, lá tento. Em vão, claro.
Também não jogo no euromilhões (passa-me sempre tudo ao lado dos números que escolhi) nem em raspadinhas. Uma vez saiu-me 10€ mas já foi há imensos anos e nunca mais ganhei nada. Está visto que tenho que trabalhar, porque isto só com a sorte não vai lá.

terça-feira, 17 de julho de 2018

5 séries levezinhas para ver de enfiada



The Good Place (2016 - )

A eternidade divide-se em dois espaços: o céu e o inferno. Nesta série, as pessoas vão para o Good Place ou para o Bad Place, tendo em conta o que fizeram enquanto eram vivas. As pessoas que vão para o Good Place são as boazinhas que conquistaram grandes feitos na sua vida terrena, que viveram a vida pelos outros, etc, vocês percebem o conceito. O Good Place é a recompensa pelos sacrifícios da vida na terra, com a promessa de que irão viver eternamente rodeados de todas as coisas que gostam, sem problemas, sem preocupações. Sucede que a fofinha da Kristen Bell foi parar ao Good Place por engano... Ela não era assim tão boazinha quando era viva, portanto só pode ter havido um engano. Claro que, quem vai para o céu quando seria suposto estar no inferno, não quer perder a oportunidade. A série foca-se nas aventuras da personagem da Kristen Bell, Eleanor, enquanto tenta fazer de conta que de facto pertence ao Good Place e faz por merecer estar ali. 
A série tem já duas temporadas disponíveis, sendo que a terceira começará em Setembro e estou super entusiasmada para que chegue esse dia! Gosto muito da série, é daquelas séries perfeitas para ver no final do dia, quando já só queremos sopas e descanso e nada que nos moa muito a cabeça. É super engraçada! Tem classificação de 8.1 no IMDB.



Crazy Ex-Girlfriend (2015 - )

Esta série é tão cool, a sério! Rachel Bloom é Rebecca Bunch, uma advogada de sucesso que deixa NY para ir viver numa terriola do cu de Judas na Califórnia. Tudo porque encontrou um ex-namorado na rua, que lhe disse que nessa terriola, de onde ele é natural, tudo é mais feliz. Então ela larga tudo para ir atrás da felicidade, que pensa estar na terriola e, consequentemente, no seu ex. A partir daí, o termo Crazy Ex-girlfriend torna-se autoexplicativo. A série é engraçada, cheia de momentos musicais totalmente aleatórios mas aborda temas sérios como são as doenças mentais. 
Atualmente a série conta com três temporadas, saindo a quarta em Outubro. Vale muito a pena, apesar de só ter classificação de 7.7 no IMDB.



Review (2014-2017)

A premissa é muito simples: Forrest MacNeil apresenta um programa onde ele mesmo faz reviews. Só que em vez de fazer reviews de livros, filmes ou comida, ele faz reviews de acontecimentos da vida em si mesma. Durante o programa, a assistente lê as dúvidas/sugestões do público e depois o apresentador, Forrest, tem que ir fazer aquelas ações para depois fazer a review do sucedido. Por exemplo, um telespectador pode ter curiosidade em saber como é ser divorciado, ser assaltado, bater em alguém, ir ao espaço, e o apresentador vai fazer essas coisas para depois contar e classificar a experiência.
Não minto, é uma série parva, pronto. Não esperem muito daqui, mas entretém muito bem. É simples, é engraçada qb, não nos faz pensar em nada, é perfeita para passar o tempo.  Só tem três temporadas e terminou no ano passado, portanto podem ver todos os episódios de uma vez, sem ter que esperar por mais,o  que é sempre uma mais valia. Eu gostei. Está classificada com 8.3 no IMDB.



Better Things (2016- )

Na verdade, não acho que esta série seja tão levezinha assim. Incluí aqui porque não sabia muito bem onde incluir, de todas as que tenho visto, e porque acho que se vê muito bem, rapidamente, sem ter que pensar muito. A verdade é que nos vai mostrando coisas do dia a dia de uma mãe solteira, na batalha de criar três filhas sozinha, e isso, bem sabemos, tem tudo menos facilidades. As personagens são muito "likeable", mas não há grandes dramas nem sobressaltos. Tem duas temporadas e não sei se haverá uma terceira, é esperar para ver se sai alguma previsão. Está classificada com 7.7 no IMDB.


30 Rock (2006-2013)

Esta já é antiga e já acabou há anos, mas vale a pena ir repescar. De todas estas, talvez seja a mais famosa, embora só esteja classificada com 8.2 no IMDB.
A série é sobre Liz Lemon (Tina Fey), escritora de um programa de televisão de sketchs, e os dramas, as aventuras e descobertas da sua vida pessoal, enquanto tenta ter um programa de sucesso.
A série tem um tipo de humor que nem toda a gente aprecia, mas eu acho muito engraçada. Os atores são todos maravilhosos, as personagens muito carismáticas e a Tina Fey é incrível. Não há muito mais a dizer, é verem com os vossos próprios olhos :) São sete temporadas para ver de uma vez só, sem arrastar muito, quando precisam de alguma diversão no vosso dia.



Já viram alguma destas séries? Pretendem ver? 
Que tipo de séries do género recomendam?

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Uma espécie de review | Xiaomi Redmi Note 5A

Não sou a pessoa mais entusiasta das novas tecnologias. Não é que seja avessa à mudança e às novidades, simplesmente não sigo com interesse tudo o que de novo vai surgindo no mercado. Demorei muito para trocar o meu velho nokia de teclas por um smartphone, por exemplo, porque simplesmente não havia nada que me seduzisse na troca. Na altura, o telemóvel era usado para fazer chamadas e enviar mensagens, ouvir música, não era viciada em redes sociais sequer... Claro que agora que tenho um smartphone, não me imagino a voltar a ter um telemóvel como o que tinha antes, mas continuo a ser muito prática nestas coisas. Um telemóvel só precisa de saber fazer chamadas, enviar mensagens e dar para ter acesso à net e às redes sociais. Não procuro mais do que isto, embora seja uma mais valia que tenha uma boa câmara. De resto, não sou exigente.

Quando me mudei, o meu velho samsung bateu as botas. Ainda estou para perceber por que razão é que é sempre nas alturas mais inapropriadas que algum aparelho eletrónico ou algum bem de primeira necessidade decide apagar-se de vez. Ainda me desenrasquei umas semanas com o telemóvel da empresa e com o do meu namorado, não me fez grande diferença não ter telemóvel naquela altura, mas ninguém pode viver assim para sempre. Portanto lá fui eu fazer pesquisa do que queria. E o que eu queria era muito simples: um telemóvel para as chamadas, mensagens, com uma câmara boazinha, algum espaço para não estar sempre a precisar de apagar aplicações e que funcionasse bem com as redes sociais sem ficar lento. A questão mais importante era o preço. Nunca na vida (a não ser que me saia o euromilhões) queria dar mais de 200€ por um telemóvel. Acho um absurdo ter telemóveisde 600€, 800€ ou 1000€ no bolso. Para mim, para a minha carteira, o meu estilo de vida, é impensável. Se deixo cair o telemóvel e estilhaço o ecrã, lá se vai o investimento. Nope, não é para mim.
Como o meu namorado já tinha um Xiaomi desde Outubro do ano passado e estava fascinada com as funcionalidades e a relação qualidade/preço, não tive que pensar muito. Foi só escolher o modelo mais adequado às minhas necessidades e a cor, basicamente. 
Acabei por comprar um Xiaomi Redmi Note 5A, em cor de rosa, claro está. Sou muito madura nestas decisões, como podem imaginar. Escolho o que acho mais bonito e o namorado dá o seu parecer em relação às características mais técnicas. 

Tenho-o desde Abril e estou super satisfeita. Esteticamente é bonitinho, tem um ecrã grande qb, é leve e relativamente fino. A câmara é boa para as poucas fotos que tiro e a qualidade chega para as fotos do instagram que vou postando amiúde. Não tem imensos gigas de memória, mas chega para o uso que lhe dou. Consigo ter as aplicações todas que preciso e não fica lento. O sistema operativo é bastante simples, uma mistura de ios com android que, na minha opinião, funciona muito bem. De forma geral, estou muito satisfeita. Não é um maquinão, mas serve para as minhas coisas do dia a dia. O melhor até foi o preço: paguei 110€! Comprei através da PCDiga, uma loja online de coisas de informática e tecnologias (também há lojas físicas), o que me deixa mais segura em relação a possíveis avarias e garantia. Não encomendei em nenhum site manhoso, à confiança, que nestas coisas sou um bocado medricas. E pronto, assim tem sido a relação de amor entre mim e o meu xiaomi rosinha. Tenho recomendado sempre que me perguntam opinião sobre telemóveis porque acredito mesmo que têm muita qualidade para os preços que são praticados. Se estiverem atentos no site onde comprei, até apanham promoções!  Olhem só que bonitinhos:




sábado, 14 de julho de 2018

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Podia vir tudo morar cá para casa





Isto de ter uma casa nossa dá nisto: queremos sempre decorar, fazer a casa parecer mais nossa.
Eu passo horas em sites à procura de ideias ou em lojas online a ver coisas bonitas. Adoro! É uma espécie de passatempo, mesmo que acabe por não comprar nada.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Depilação a laser: as sessões finais

Bem sei que me entusiasmei no início e pensei que ia escrever sobre todas as sessões, mas perdi-lhe o ritmo para aí depois da terceira. Entretanto fiz ontem a oitava sessão e não tenho nova sessão agendada. Até agora fiz mês sim, mês não, mas a recomendação é ver no que dá, como o pêlo cresce e em que zonas, para saber se devo fazer mais sessões. Acho que me aplicaram uma potência maior desta vez, para exterminar os teimosos que ainda cá estão, portanto só poderei ter noção da real situação no desenrolar dos próximos meses. Contudo, obviamente noto imensas diferenças desde o início (Abril de 2017) até agora.

Resultados:

Gostava de dizer que já não me lembro de uma época em que tinha pêlos, mas a verdade é que era demasiado "macaca" para agora estar a fingir que esqueci aqueles tempos :) O que posso dizer é que, neste momento, sou uma mulher quase livre de pêlos e muito mais descomplicada em relação a este assunto. Há alturas em que me esqueço que tenho que fazer depilação porque, realmente, não noto nem sinto pêlos quando passo a mão pelo corpo. Há zonas em que ainda nasce um ou dois, mas nada de problemático. No geral, é como se não tivesse pêlo nenhum. Os que ainda crescem, são finos e parecem logo muito mais claros, portanto não incomodam nada. Ainda assim, não posso dizer que vivo completamente livre de depilações porque não é verdade. Surgem sempre uns "pontinhos" no buço que são bastante incómodos mas facilmente os retiro com uma lâmina. Este ponto é o mais chato porque, sendo no rosto, ainda tenho que me preocupar se tenho ou não pêlo ali. 
Nas zonas da barriga e costas, onde o pêlo tende a ser mais penugem do que outra coisa, é mais difícil de eliminar. A ideia nem é eliminar de vez mas sim ter cada vez menos/mais fino. É a penugem típica de qualquer pessoa. 
As zonas mais problemáticas eram as axilas, virilhas e pernas. Nestas áreas nem tenho o que apontar, tamanha é a diferença do antes e do agora. Nas axilas já nem nasce pêlo algum, nas virilhas tenho uns três ou quatro e nas pernas, apenas a parte de trás das coxas ainda tem alguma penugem. Eram zonas onde o pêlo era mais forte, que rapava com mais frequência, portanto havia montes de pêlos encravados e consequentes manchas na pele por andar sempre a penicar. Agora, além de não haver pêlo (ou haver alguns teimosos), a pele está lisinha, macia e sem manchas.
Não me lembro de alguma vez ter tido uma pele tão macia e "limpinha" como agora. Obviamente estou satisfeitíssima com estes resultados, embora saiba que ainda terei que fazer mais sessões (quanto mais não seja, de manutenção).

Opinião geral:

Não vou mentir, dói pra caraças. A mim, pelo menos, dói bastante e eu nem sou de me queixar. Há momentos em que até tenho espasmos, porque sinto aquela picada mais forte. Há alturas em que dói mais (no calor, se estivermos com o período ou perto de estar, se estivermos mais sensíveis por algum motivo), mas no geral, dói sempre. Nada que impossibilite o processo ou seja insuportável, mas mentiria se dissesse que não custa nada. Em algumas zonas só se sente assim um quentinho, noutras parece que nos espetam agulhas quentes na pele. Ainda assim, certamente dependerá de pessoa para pessoa, da potência utilizada, das zonas do corpo e do técnico. Não é o tipo de dor que me fizesse desistir do processo, é o preço a pagar por uma pele lisinha, sem marcas e sem pêlos, portanto, para mim, compensa e faria tudo outra vez.

Os resultados poderão não ser tão imediatos quanto gostaríamos mas cumpre perfeitamente com o prometido. Ando nisto há mais de um ano e ainda há alguns pêlos, portanto que ninguém vá a contar sair com pele rabinho de bebé de uma sessão para a outra. Além de que é preciso ter em conta que há sempre a possibilidade de haver algum pêlo ou penugem, ninguém vai sair das sessões 100% sem pêlo. Também nada é definitivo, há necessidade de fazer manutenções (pode ser só uma sessão por ano, p.e.). 

Posto isto, em relação qualidade do serviço/preço, estou muito satisfeita. É caro (100€ por sessão, corpo completo), tendo em conta que são precisas várias sessões, mas vale cada cêntimo. É dinheiro que não me custa dar, sinceramente, porque sempre vi resultados e ajudou muito no meu dia-a-dia, na forma como me vejo, nos complexos que tinha com o meu corpo. Sinto-me muito mais confiante e não penso duas vezes antes de ter que mostrar as carnes, se tenho ou não pêlos :) Só tenho pena de não ter podido investir nisto mais cedo.


Agora com esta sessão "final", vou esperar para ver se os mais teimosos se vão embora de vez. Lá para Novembro ou Dezembro, se for necessário, marco nova sessão para eliminar o que possam ainda restar. Vou dando notícias para encerrar, de vez, este capítulo, mas acreditem que é algo que recomendo a toda a gente!