sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Gosto tanto!

Quando vou na rua e sorrio para um estranho, que me sorri de volta. Gosto mesmo! Digo sempre bom dia/tarde/noite e sorrio quando passo por alguém, mesmo que não conheça. Acho que é o mínimo da boa educação. Sou incapaz de passar pelas pessoas e fingir que não está ali ninguém, que não vi, que não existe. Bem sei que em cidades grandes ou horas movimentadas é impossível estarmos a reparar nessas coisas e a dizer bom dia a toda a gente, mas numa situação em que quase esbarramos nas pessoas, de tão próximas que estão, é bastante razoável reconhecer a presença do outro e sorrir ou acenar ou dizer o que quer que seja. É de boa educação. E nas terrinhas pequenas, como a minha, é ainda mais impensável passar por alguém e não cumprimentar. Toda a gente se conhece (mesmo que nunca se falem), seria falta de educação não cumprimentar. 

Dia de limpezas

Eu não sei quanto a vocês, mas cá em casa, sextas são sinal de limpezas. Lá ando eu de aspirador, pano do pó, balde e esfregona... Confesso que não gosto nada de limpar a casa, mas adoro o resultado final. É daquelas coisas que passaria bem sem ser eu a fazer, mas que têm mesmo que ser feitas e depois gosto muito da sensação de casa limpa e com cheirinho a fresco. Durante a semana vou sempre dando um jeito às coisas, arrumando roupas, pondo as coisas nos seus lugares, mas não é a mesma coisa que uma limpeza a sério. À sexta é que se faz uma limpeza mais a fundo, põe-se tudo a arejar, limpa-se o pó... Gosto mesmo muito de ter a casa limpa e arrumada, pena é que passa o fim de semana e já está tudo em pantanas outra vez. É uma tarefa que nunca acaba, por isso é que não gosto nada de limpar. Isso e porque faço tudo sozinha. Mas o que tem que ser, tem muita força!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Romantic hair

Mais um muito simples e rápido, cujo resultado final é mesmo bonito e com ar romântico...


A moda das leituras

Numa breve leitura de posts de objetivos de ano novo, constato que cada vez mais há pessoas que definem como objetivo para o ano "ler mais". Apesar de achar isso fantástico, confesso que parece que ler é quase obrigatário, por estes dias. Não que isso tenha mal!, mas parece que agora as pessoas todas têm que ler e gostar de ler para serem "normais". Acho ótimo que se queira ler mais, eu própria me meto nestas coisas dos desafios e não estou a criticar, apenas me parece que há uma quantidade absurda de gente que lê só porque os outros lêem. É tipo a moda das corridas: ninguém ligava nenhuma a isso, de repente toda a gente começou a correr e quem não corria parece que se sente obrigado a correr para não ir contra a maré. Mais uma vez, contra mim falo, que nunca corria na vida e agora dou por mim a ter como objetivo anual "correr mais". Mas, enfim, estávamos a falar de livros. Acho que é fantástico que as pessoas comecem a ler mais e se interessem cada vez mais por livros. Ler só faz bem! Estes desafios deveriam era estender-se a pessoas mais jovens, tipo adolescentes, que é aquela categoria de pessoas que me parecem interessadas em tudo menos em ler (não todos, obviamente). Se estes objetivos e pequenos desafios levarem mais e mais pessoas a pegar em livros, a descobrir autores, a ler clássicos, tanto melhor! Não faz mal a ninguém e ainda ajuda a economia. Sou toda a favor destes novos hábitos. É que, parecendo que não, cada vez há mais pessoas a preocuparem-se com a saúde por causa destas modas das corridas e de ser fit, da mesma forma que espero que haja cada vez mais gente culta, informada e interessada por livros, com esta moda das leituras. É sempre uma win-win situation!


(Mas não vamos falar daquelas pessoas que lêem 200 livros por ano, que fico deprimida)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Séries | As minhas queridinhas do momento

Para além das séries que sigo há anos e ainda estão em andamento, gosto sempre de começar uma série já com muitas temporadas para ver episódio atrás de episódio ao melhor estilo binge watch. Adoro começar uma série, gostar muito e saber que ainda tenho imensos episódios para ver. Para além das séries já terminadas e das que estou a seguir e estão em pausa, tenho algumas que estou quase a terminar e outras que terminei e adorei. Aqui vão as minhas queridinhas do momento:




House of Cards: Eu não sou nada dada a política e entendo zero destas coisas, daí a minha reticencia em começar a seguir esta série, mas depois do primeiro ou segundo episódio fiquei colada. Basicamente trata-se da luta pelo poder e a caminhada de Frank Underwood (Kevin Spacey) e da esposa (Robin Wright) até chegar à Presidência dos Estados Unidos. Eu, mais uma vez, não entendo nada de política, mas estou a adorar ver estes jogos de poder. E vamos falar de power couple - que dois! Adoro tudo. A quarta temporada está tão boa, tão bem pensada e tão bem conseguida, que em todos os episódios havia alguma coisa nova e fantástica que nos prendia, sem ter aqueles cliff hangers ou reviravoltas forçadas. Está excelente mesmo! Das melhores séries de sempre, sem dúvida. Não é à toa que tem uma pontuação de 9/10 no imdb. O Kevin Spacey está tão mas tão perfeito neste papel que não há como não torcer por ele, mesmo ele sendo uma péssima pessoa na série.
 Estou à espera da temporada cinco, que estreia em Fevereiro. 


The Crown: Mais uma vez, a Netflix supera-se com esta produção. 8.9/10 no imdb. Vi a primeira temporada de rajada (os dez episódios foram lançados de uma só vez) e estou desolada por ter que esperar até Novembro para ver a segunda temporada. Trata-se de uma espécie de documentação do reinado da Rainha Elizabeth II, de Inglaterra. Segundo as pesquisas que fiz, as duas primeiras temporadas têm como representante da Rainha a atriz Claire Foy (linda linda) e do Rei o ator Matt Smith, como personificação dos reis nos primeiros anos de reinado e depois vai mudar para outros atores para ilustrar uma idade mais avançada. Segundo consta, a série é bastante fiel à realidade, não significando que não haja cenas que sejam pura fantasia. 
Juro, fiquei rendida a esta primeira temporada. A realização, a produção, tudo tão bem conseguido, tão bem feito. Os atores estão irrepreensíveis, o guarda roupa é de babar, os cenários são lindos, enfim. Gostei de tudo! Recomendo tanto, mas tanto...


This is Us: Esta é daquelas séries dramáticas boas. Não há um único episódio em que não chore ou  não tenha vontade de o fazer, mas não sinto que as cenas sejam forçadas para levar a tal. Tão boa! A série centra-se em Jack e Rebecca Pearson enquanto casal e no desenvolvimento nos seus tri-gémeos Kevin, Kate e Randall, desde o nascimento até ao momento presente. O que eu mais gosto é aquele andar para a frente e para trás, da infância à idade adulta, de dois para cinco, que está tão bem pensado que não permite confusões. A Mandy Moore é excelente, linda e maravilhosa (big girl crush!) e só posso deixar os meus parabéns à caracterização e maquilhagem por conseguirem envelhecê-la tão bem para representar o momento presente. Achei curioso porque a maior parte das séries arranja atores diferentes para representar idades diferentes da mesma personagem. Ah, e adoro as crianças que eles escolheram para representar os irmãos, são uns fofos.  Ainda só vai na primeira temporada mas tenho a certeza que ainda há muito para explorar. Yay! 


Estou a ver umas quantas, já acabei outras tantas e comecei Gilmore Girls há pouco tempo, por isso não posso ainda deixar uma opinião muito válida. Mas me aguardem! Vou escrever sobre as melhores de sempre (para mim, claro) e as boazinhas e as que sigo. Wait for it!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

There is no such thing as too many books | Uma questão de fé by Jodi Picoult

Podem comprar aqui

Ora aqui está um livro daqueles que não vão querer largar!

Sinopse (Wook): Pela segunda vez no seu casamento, Mariah White apanha o marido com outra mulher, e Faith, a filha de ambos, assiste a cada doloroso momento. Após o inevitável divórcio, Mariah luta contra a depressão e Faith começa a conversar com um amigo imaginário. A princípio, Mariah desvaloriza o comportamento da filha, atribuindo-o à imaginação infantil. Mas quando Faith começa a recitar passagens da Bíblia, a apresentar estigmas e a fazer milagres, Mariah interroga-se se sua filha não estará a falar com Deus. Quase sem se aperceberem, mãe e filha vêem-se no centro de polémicas, perseguidas por crentes e não-crentes e apanhadas num circo mediático que ameaça a pouca estabilidade que lhes resta.


Já li este livro há uns bons anos, talvez tenha sido dos primeiros mesmo que li. Sei que foi o primeiro que tive mesmo meu, prenda de aniversário do meu melhor amigo. Gostei muito! Sejamos ou não crentes, achei o livro envolvente e com uma história bem interessante. Recomendo.

Aquelas coisas que só acontecem a mim

Ia eu muito descansada da vida no autocarro. Auriculares nos ouvidos, música bem alta, a olhar pela janela e a pensar na minha vida. Nisto, uma velhota levanta-se e está no corredor, entre os bancos, para sair na próxima paragem. Diz-me qualquer coisa que eu não entendi (nem tinha percebido que estava a falar para mim, já que eu nem estava a olhar). Tiro um auricular e a mulher - juro - agarra-me a cabeça, passa a mão na minha cara como uma festinha e diz "Tão linda! (longa pausa a olhar para mim) Vê se tomas sentido de onde tens que sair".  E eu fiquei assim meio aparvalhada, digo à senhora que só saio bem mais à frente e ela lá se vai embora, a desejar boa viagem a toda a gente. Há com cada maluco!

Mais ao fim do dia, estava sentada na paragem à espera do meu autocarro para voltar para casa, quando outra senhora já com uma idade me aborda para saber se já tinha passado o 200. Mas não estão bem a ver o filme! Ficou sei lá quanto tempo a dizer que lhe dão sempre informações erradas, que nunca sabe onde tem que esperar pelo autocarro e mimimi, literalmente colada a mim. Eu até tentei não respirar pela boca senão ia engolir o bafo dela, de tão perto que a cabeça dela estava da minha. E de espaço pessoal, já alguém ouviu falar? Sério, eu atraio pessoas assim. 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Vale tudo!

Adoro tornar tarefas chatas menos penosas com pequenas coisas que gosto lá pelo meio. Tenho que aspirar e odeio o barulho do aspirador? Ponho música no telemóvel, auriculares nos ouvidos e siga a vida! Até limpar o pó custa menos :) Tenho uma daquelas pilhas de roupa que chega ao teto e sei que vou demorar horas naquilo? Monto a tralha toda na sala, ponho-me ligada ao youtube e vejo vídeos enquanto passo a ferro. Resulta sempre! Ainda noutro dia me pus a ver as minhas youtubers preferidas enquanto acabava uma coisa chata. Ter ali as vozes como pano de fundo faz parecer que estou a ouvir uma amiga a falar do dia a dia dela (pareço uma forever alone, sem amigos reais, lol), o tempo passa num instante e as tarefas parecem menos demoradas e mais suportáveis. Ou até mesmo telefonar a alguém, pôr em autifalante e ir fazendo as coisas. Ainda noutro dia estava a jantar sozinha, liguei à minha avó e ficamos na cavaqueira até acabar de arrumar a cozinha. Sabe mesmo bem.

O meu truque é sempre música ou videos do youtube. Não tem como falhar!

Coisas que não sabem sobre mim V

Fui madrinha de batismo com apenas 12 anos!

Passei a vida a dizer à minha madrinha que, quando ela tivesse filhos, gostava de ser eu a madrinha. Do primeiro eu era ainda muito nova, mas na segunda lá me fez a vontade :) Na altura o padre que fez a cerimónia deixou, mesmo eu não tendo ainda feito a segunda comunhão, porque o padrinho era bastante mais velho. E pronto, é assim que com 24 anos tenho uma afilhada de 12 :)

domingo, 15 de janeiro de 2017

Domingos

Apesar dos meus dias serem quase todos iguais, não havendo grande distinção entre semana e fim de semana, os fins de semana têm um sabor especial. Ter a família toda em casa sabe sempre bem e há coisas que só faço mesmo ao fim de semana (e outras tantas que não faço, de todo), por isso é bom ter estes dois dias de descanso extra. Esta próxima semana será de decisões e sou só eu a achar que este Janeiro nunca mais passa? Parece que anda a velocidade de cruzeiro... As festividades já acabaram àquilo que me parecem ser meses e, no entanto, cá estamos nós só a meio do mês de Janeiro. Não que eu tenha grande pressa que o tempo passe, mas comparativamente com os restantes meses do ano, Janeiro parece que se arrasta! Enfim, divagações. Espero que tenham todos uma ótima semana!

sábado, 14 de janeiro de 2017

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Pequenas dicas que fazem grande diferença

Há coisa mais irritante do que soutiens que têm os aros sempre a sair, aquela coisa ali a picar o dia todo? É tão desconfortável! Além disso significa que é mais um que expirou o seu tempo de vida, não há muita volta a dar, está acabado. Além deste tipo de coisa, obviamente, passar pela qualidade dos soutiens, também tem a ver com a escolha do tamanho certo e da forma como são guardados.
A maior parte de nós guarda(va) soutiens dobrando-os, ficando tudo ali confinado ao tamanho da copa.  É a forma mais utilizada e a que provavelmente ocupa menos espaço. Fica ali aquela "bolinha" e pronto. Só que a há formas de os guardar mais eficientes e que prolongam a vida dos mesmos. Assim: 

Deste modo o soutien não fica dobrado, não colocando pressão nos aros. Desde que comecei a arrumar os meus desta forma, nunca mais tive problemas com aros que querem sair, picando as minhas carnes durante o processo :p Podem ainda guardar em cruzetas, mas ocupa mais espaço. 

Não sei se já sabiam desta dica, mas espero que ajude! 

Ainda andamos nisto

Estes últimos dias têm sido mesmo stressantes. Ter uma mãe doente e dois homens que não ajudam em nada e sujam tudo, deixa-me com todas as responsabilidades em cima e uma carrada de nervos que nem imaginam. É roupa para lavar, estender, apanhar, passar e guardar, almoços e jantares, ajudar a ir à casa de banho, dar pequeno-almoço/lanche à cama, dar um jeito à casa...  Não é que já não esteja habituada a isto, mas como a minha mãe divide algumas tarefas comigo, ter que fazer tudo sozinha é mesmo stressante. Levanto-me e só tenho tempo para respirar de tarde, depois do almoço e da cozinha arrumada. Depois chega o lanche e ao jantar começa tudo outra vez. Fui ao ginásio na terça e desde aí não saí mais de casa, estou a ficar maluca! 

Felizmente a minha mãe começa a dar sinal de melhoras, já se vai levantando e espero que amanhã já esteja quase como nova. Mais uns dias disto e fico doida, a sério. Tenho cada vez mais respeito pelos cuidadores. Não é fácil esta abstração de nós mesmos em prol dos outros e compreendo perfeitamente o desleixo de muita gente. Primeiro está o doente, a casa, os afazeres domésticos e só depois vimos nós, quando há tempo. E eu que só ando nisto há três dias e nem é nada de tão grave ou limitante, dou por mim a pensar que não sei o que faria se isto fosse permanente. 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Twisted fishtail braid

Simples, bonito e, ainda por cima, fácil de fazer! Adoro!!!


Dos estudos "científicos" que por aí andam...

Hoje em dia pululam por aí estudos atrás de estudos, atestados de uma validade um tanto ao quanto duvidosa mas que nem chega a fazer questão à maioria dos indivíduos. No facebook toda a gente partilha estudos. Porque um diz que corar faz das pessoas mais honestas, porque quem bebe café sem açúcar é psicopata, porque quem ri de olhos fechados é mais sincero e quem diz palavrões é mais confiável. Já perdi a conta. Se abrirmos uma revista qualquer de fofocas, há sempre aqueles artigos de conselhos e truques e dicas baseados em estudos. Que estudos são esses?, não sabemos, mas se um estudo diz, é porque é verdade. 

Acho que qualquer pessoa que pense um bocadinho sobre os assuntos consegue questionar-se quanto à validade destes ditos estudos científicos. A fonte dos mesmos até pode ser uma revista de especialidade, mas tal não significa que os estudos sejam válidos e credíveis. Eu não sei quanto a vocês, mas enquanto andei na faculdade e vi a forma como as pessoas criam testes e fazem teses percebi ainda melhor como é fácil falsificar estudos. Se eu decidir fazer um estudo sobre hábitos de leitura mas só escolher pessoas analfabetas, que resultados terei eu? E se decidir escolher só pessoas que eu sei que lêem muito? Ou que não lêem nada? E se, no total, essas pessoas forem só 5? Que tipo de conclusões é que eu posso retirar daqui?
Há por aí uma quantidade enorme de "estudos" quase tão válidos como este meu estudo hipotético. Se eu quero provar um certo ponto de vista e me estiver a marimbar para a validade do meu estudo, obviamente que vou escolher variáveis e amostras que me dêem resultados que vão de encontro com o que eu quero validar. Se eu quero provar que os Portugueses são todos muito dados às leituras, vou ali a uma biblioteca de uma faculdade qualquer ou a uma loja de livros, escolho 5 ou 6 pessoas que me dizem que lêem 300 livros por ano e deixo de parte as que abordei e não lêem ou lêem pouco. Depois faço um artigo a dizer que "os portugueses lêem muitíssimo, cerca de 300 livros por ano!", baseado nas minhas 6 pessoas que escolhi a dedo e já poderei ser "partilhada" no facebook também.

Vamos lá a ter cuidado com as coisas que lemos e nas quais acreditamos. Acima de tudo devemos ter sempre sentido crítico antes de acreditar e aceitar como verdade só porque um estudo diz. Na maior parte dos casos, quando vemos estes ditos estudos, nem sequer nos mostram qual é a sua fonte, que autores, que amostras foram utilizadas. 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Advice


Report

Como disse ontem no stories do Instagram, tenho basicamente toda a gente doente em casa. De domingo para segunda, o meu irmão passou mal a noite. Já andava a queixar-se, com sintomas de gripe, desde sexta, mas depois piorou. Quando acordei, estava ele no sofá, mais morto do que vivo, nem à escola conseguiu ir. Passou o dia em casa e melhorou um bocadinho, mas ontem de manhã não foi novamente às aulas só para ter a certeza que não recaía. Ontem levantei-me e ele chamou-me logo à sala. Pensei que estivesse pior ou precisasse que lhe fosse buscar alguma coisa, mas quando chego à sala está ele e a minha mãe no sofá. Pensei logo que o que quer que ele tivesse, apegou à minha mãe. Já estava a ver o filme todo...a próxima seria eu. Mas não, a minha mãe está outra vez com uma crise de tonturas e dores de cabeça.

Basicamente ontem passei o dia a cuidar de doentes. Levar almoço/lanche/jantar, ir ao médico, ir à farmácia... Essas coisas são tão chatas! Ainda bem que estou por casa, senão não sei como seria. Vai estar sem trabalhar esta semana toda, a ver se melhora, então vou passar a semana toda enfiada em casa com ela também. Claro que agora todas as coisas vão recair sobre mim porque, apesar de eu fazer imensas coisas em casa, a minha mãe faz outras tantas e agora tenho que ser só eu. Não que me esteja a queixar!, antes que venham dizer que sou negativa. Estou só a dizer. Não me importo nada de cuidar da minha mãe, obviamente, mas lá que estas coisas são chatas e rompem completamente com os ritmos normais de uma família, isso sim. Tanto que são estas horas e eu já estou acordada há quase uma hora, a pensar nas coisas que tenho para fazer o dia todo. A par disso, e numa nota mais positiva, comecei ontem um Bullet Journal e estou super entusiasmada para acabar o que falta até agora e começar a usar. Depois posso mostrar, se quiserem.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

There is no such thing as too many books | Lobo solitário by Jodi Picoult

Podem comprar aqui

O que eu mais gosto acerca da  escrita da Jodi Picoult é a capacidade que ela tem em agarrar o leitor, em criar histórias realistas e que facilmente nos transportam para o lugar daquelas personagens. O que faria eu naquela situação? É bastante fácil criarmos empatia com as personagens e de nos sentirmos no meio daquilo tudo. Apesar de nunca desiludir nesse aspeto, há histórias melhor conseguidas do que outras. Neste caso, apesar de ser um livro bom, fica um pouco aquém de leituras anteriores da mesma autora. Os seus últimos dois livros fazem um paralelismo com a vida animal (o anterior era com elefantes, este com lobos) e são diferentes do tipo de trama a que a autora nos habitua.  Não há cá grandes casos de tribunal, levados ao limite. Senti que este livro, nesse aspeto, foi um bocadinho "a despachar", havia ali mais para explorar.  Mas vamos ao que interessa...

Sinopse (wook):  "Quando um lobo sabe que o seu tempo está a terminar e que já não é útil à sua alcateia, muitas vezes escolhe afastar-se. Morre assim afastado da sua família, do seu grupo, mantendo até ao fim todo o orgulho que lhe é próprio e mantendo-se fiel à sua natureza. Luke Warren passou a vida inteira a estudar lobos. Chegou inclusivamente a viver com lobos durante longos períodos. Em muitos sentidos, Luke compreende melhor as dinâmicas da alcateia do que as da sua própria família. A mulher, Georgie, desistiu finalmente da solidão em que viviam e deixou-o. O filho, Edward, de vinte e quatro anos, fugiu há seis, deixando para trás uma relação destroçada com o pai. Recebe então um telefonema alarmante: Luke ficou gravemente ferido num acidente de automóvel com Cara, a irmã mais nova de Edward. De repente, tudo muda: Edward tem de regressar a casa e enfrentar o pai que deixou aos dezoito anos. Ele e Cara têm de decidir juntos o destino do pai. Não há respostas fáceis, e as perguntas são muitas: que segredos esconderam Edward e Cara um do outro? Haverá razões ocultas para deixarem o pai morrer… ou viver? Qual seria a vontade de Luke? Como podem os filhos tomar uma decisão destas num contexto de culpa, sofrimento, ou ambos? E, sobretudo, terão esquecido aquilo que todo e qualquer lobo sabe e nunca esquece: cada membro da alcateia precisa dos outros, e às vezes a sobrevivência implica sacrifício. Lobo Solitário descreve de forma brilhante a dinâmica familiar: o amor, a proteção, a força que podem dar, mas também o preço a pagar por ela."


Gostei, mas não considero que seja dos melhores livros da autora. Há outros bem melhores, mais emocionantes, com melhores desfechos inclusive. Contudo, não deixa de ser uma leitura que nos agarra e nos transporta para outras realidades. Sem dúvida que aconselho, ainda assim.

Entrevistas e ansiedades

Sempre que posso, evito ao máximo contar aos meus pais que tenho entrevistas de emprego. É que eles ficam com expetativas elevadas, começam logo a fazer filmes e acham sempre que é canja e que é desta. E depois enerva-me que, menos de 24h depois da entrevista, já me estão a perguntar se sei alguma coisa, se já me contactaram, que está a demorar. Mete-me uns nervos! Sabe Deus o meu estado de ansiedade para estas coisas... Ando sempre a tentar abstrair o meu pensamento e não criar falsas esperanças e depois tenho que estar constantemente a ser lembrada da entrevista e que já passaram muitos dias sem qualquer notícia. 

O melhor mesmo é estar caladinha. A não ser que tenha mesmo que contar, não digo nada. Nem a eles nem a amigos. Mais vale a pena fazer as coisas e deixar acontecer, ver como corre. Senão é muita pressão, é muita gente a chatear-me com as mesmas perguntas. E, verdade seja dita, quanto menos pessoas souberem maior a probabilidade de as coisas darem certo. Ainda há muita gente invejosa, que só quer o mal dos outros, mesmo pessoas próximas.

O que ninguém sabe, ninguém estraga.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Uma espécie de review | Avon quick dry nail spray


Se há coisinha chata nesta vida é esperar que o verniz seque. Aqueles minutos de inutilidade, em que nem podemos respirar sob o risco de estragar uma unha antes que seque completamente deixa-me fora de mim. É uma seca, não tenho paciência e acabo sempre por fazer asneira numa ou noutra unha. 

Quando era revendedora Avon (don't ask), vi este spray de secagem rápida e decidi experimentar. A utilização não podia ser mais simples: basta dar uma borrifadela nas unhas e já está. Cumpre muito bem! Penso que atua em 2 ou 3 minutos, um verdadeiro milagre comparado com os 20 a 30 minutos normais de secagem natural. Tenho usado sempre que faço as unhas, desde que comprei (Março ou Abril), e resulta sempre. Penso que a quantidade é de 50ml, mas já usei imensas vezes e ainda só gastei um bocadinho de nada do frasco.

O único senão é que é um produto um bocadinho oleoso. Uma simples borrifadela já deixa os dedos bem oleosos, mas assim até dá uma hidratação e passando um lenço ou lavando com água sai logo. Não é nada de muito nojentinho ou chato. Estou verdadeiramente satisfeita com este milagre das unhas em forma de spray :)  Super recomendo!

A arte de destralhar

Gosto muito de ter coisas, mas também adoro destralhar. Sou muito organizada e arrumada, quero ter sempre tudo muito arrumadinho e limpo. Claro que às vezes me desleixo um bocadinho e deixo as coisas para depois, principalmente na hora de tirar a roupa ao fim do dia e ir para a cama. Nem sempre me apetece guardar logo os casacos ou pôr a roupa para lavar na hora, por isso ponho para cima do puff e depois logo se vê. Só que não consigo viver assim e, no máximo, deixo que a situação se arraste durante um dia e vou logo arrumar. Não consigo olhar para a desarrumação e sentir-me bem, tenho que ter tudo organizado. E é por isso que, volta e meia, gosto de abrir os armários e destralhar.

Normalmente nas mudanças de estação vejo o que quero manter, o que tem que ser colocado noutra gaveta, o que é para o lixo e o que é para dar. Tenho cada vez mais tendência para usar as minhas roupas até ao fim, até estarem sem condições de serem usadas, mas há sempre uma ou outra coisa que não se usa tanto (ou nunca, vá, tenho que ser verdadeira) e acaba por ficar a ocupar espaço. É disso que me quero livrar. Eu não preciso de mais empecilhos na minha vida. O quarto é minúsculo, tenho pouco espaço e detesto ter as coisas atafulhadas. Não me sinto bem, parece que nem respiro em condições. O que, por algum motivo, não vou usar mais, sai. Faço o mesmo com bilhetinhos e coisinhas que guardo só por recordação (esta minha incrível habilidade para guardar lixo, é o que é) e que já nem me dizem nada, vernizes, papeladas, malas, acessórios de cabelo, brincos, colares... Tenho uma quantidade absurda de coisas-que-podem-um-dia-fazer-falta-ou-dar-jeito que acumulo e depois nunca têm utilidade. Lixo com isso. Gosto tanto de encher sacos com coisas para dar ou deitar ao lixo! Que sensação tão boa de liberdade, de limpeza!
E quando acabo estas limpezas a fundo e tenho o quarto arrumado, limpo, organizado, com a roupa toda bem direitinha nas gavetas, sinto-me tão melhor! Adoro mesmo esta sensação de desapego, de deixar ir o que não importa mais, não só coisas mas pessoas também. Deixar ir quem não nos faz bem, quem não precisamos nem precisa de nós, quem não acrescenta nada, isso sim, é a maior sensação de desapego e de destralhar que se pode sentir na vida. Volta e meia faço uma dessas também. Experimentem e logo me dizem se vale ou não a pena o esforço.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Saldos

Olhem só a quantidade de coisinhas bonitas que poderiam vir morar cá para casa e que, ainda por cima, estão em saldos!


Ansiedades

Gosto das coisas feitas e tratadas "para ontem".  Detesto esperar e, quando se trata de coisas muito importantes, a espera dá mesmo cabo de mim. Se sei que daqui a uns dias vai acontecer uma coisa importante, mas daquelas mesmo "de vida ou de morte" quase, passo todo o tempo até lá em estado de alerta máximo. Como pior, durmo pior, até a minha barriga funciona pior. Passo a vida na casa de banho, não me consigo concentrar, tenho imensas dificuldades em abstrair-me daquele assunto. 

Claramente o problema é meu. Não sei lidar com isto. Preciso de saber respostas na hora, de saber com o que contar. Odeio a espera. É como quando estamos à espera de um telefonema importante que demora dias a chegar. O pensamento está sempre ali, parece que as horas nem passam. Deveria ser mais capaz de me abstrair. Eu tento, pelo menos! Vou tentando ocupar-me, pensar noutras coisas. Vejo filmes, faço limpezas, escrevo, leio, tento sair de casa, falar com pessoas... a ver se o tempo passa mais rápido. Mas à noite, quando me deito e estou sozinha com os meus pensamentos, entregue a mim mesma, é que a coisa custa mais. Esta ansiedade é das piores sensações de sempre. Estar ali naquele limbo, sem saber o que vai acontecer, sem poder fazer nada e saber que ainda demora para tudo acabar. Não fui feita para esta espera.

sábado, 7 de janeiro de 2017

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Fãs de GoT...

Já disse ao meu namorado que, quando quisermos ter filhos, vamos ter que os planear para nascerem no Verão. É que eu quero muito usar a frase Oh, my sweet summer child..., quando me apetecer ser condescendente.