sábado, 24 de setembro de 2016

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Uma espécie de review | Macadamia Oil Extract



Este produtinho milagroso faz parte da minha rotina capilar há quase um ano, mas só agora estou a fazer a review como deve ser. Comprei online para experimentar porque estava a bom preço e como já tinha ouvido falar bem do óleo de argão e do de macadamia, resolvi experimentar. 
Dos tutoriais que vi pelo youtube sobre tratamentos capilares com este tipo de óleos aprendi que estes podem ser usados assim ao natural ou ligeiramente aquecidos e aplicados como máscara. Eu uso este óleo depois do banho. 

Gosto mais de passar pelo cabelo depois de seco porque absorve mais depressa. Então lavo o cabelo, seco normalmente e depois coloco uma ou duas gotinhas nas mãos e passo as mãos pelo cabelo. Tento só fazê-lo de meio do cabelo para as pontas e abranger bem a zona das pontas que é a mais seca. Se pusermos muito para cima, ficamos com a raiz do cabelo muito oleosa. 

O meu cabelo é muito seco nas pontas, ainda mais agora que descolorei algumas partes para fazer umas nuances ligeiras. O que sinto é que, depois de secar o cabelo, se não o for esticar, fica uma porcaria. O cabelo fica todo armado e com aquele aspeto quebradiço e seco. O meu aliado tem sido mesmo este óleo. Basta umas gotinhas, passo pelas mãos e depois pelo cabelo e já está! Parece aqueles antes e depois de cabelos sem/com hidratação. O volume baixa logo e o cabelo fica com aquele aspeto mais brilhante (sem parecer pastoso!) e sedoso. Como o cabelo absorve rápido, também não fica com aspeto molhado. Tenho usado muito nestes últimos dias.

Uma dica extra: depois de fazer caracóis/ondas com o ferro, usando este óleo, fica tudo mais definido e brilhante, deixando o penteado intacto por mais tempo!



quinta-feira, 22 de setembro de 2016

I am!



Gosto muito do Verão, das roupas leves, dos pés descalços, das idas à praia, da pele douradinha, dos passeios à noite, das saídas que se intensificam, dos gelados... Podia ficar aqui o dia todo a enumerar as maravilhas do Verão e do bem que me faz ao espírito este tempo de sol e calor. Consigo pensar em coisas boas de todas as estações do ano, apesar de no Inverno ser mais difícil, mas ainda assim, não há como o Outono. 

Talvez seja por ter nascido em Outubro, talvez me identifique mais com este tempo ameno e de transição. O certo é que gosto mesmo do Outono, dos dias mais frescos mas com sol, das folhas que caem, das cores da natureza, dos chás quentes que já apetecem, dos bolinhos para o lanche, das roupas já mais compostinhas e confortáveis... Sou uma apaixonada pelo Outono! 

Compras de Outono

Fui às compras no fim de semana, com ideia de comprar unicamente calças de ganga. Tudo o que tenho são calças do trabalho, queria umas mais giras para usar nas folgas e fins de semana, para ter algo mais "limpinho" para essas ocasiões (mais alguém que, em criança, tinha roupa "da semana" e roupa de "domingo" que a mãe só deixava usar em alturas mais especiais? Eu tinha e esse hábito foi-me ficando. Uso o que quero quando quero, mas sinto falta de ter umas peças mais especiais para diferenciar dos dias da semana, senão parece que ando sempre com o mesmo!)

Pois claro que fui e não gostei de nada. Eu e calças temos um caso complicado. Não gosto de calças rotas, não uso calças com lavagem muito clara ou com padrões (acho que chama mais a atenção para as pernas e, tendo pernas curtas e gordas, isso é de evitar), não gosto de calças de cintura descida, não gosto de calças estilo boyfriend, as calças não podem ter fechos no fundo da perna (tenho sempre que fazer baínha - sou minorca - e dificulta o processo) and so on... Todo um mundo de questões e problemas na hora de escolher calças. E depois acho tudo um bocado carote, admito. Experimentei apenas duas e não gostei, não trouxe. Pensavam que vim de mãos a abanar? Pois claro que não! Como sempre, fui para comprar uma coisa e trouxe outra. 

Como estou preste a fazer anos, queria uma roupinha nova para usar nesse dia. Vaidades de gaja, eu sei. Acabei por trazer dois vestidos da Pull&Bear. Um deles é este: 


Gosto muito deste tipo de vestido assim mais para o largo e fluído. Não aperta em lado nenhum, logo não marca nenhuma zona em específico e esconde aquelas gordurinhas que são chatas e incómodas. Já tinha comprado um parecido no ano passado e gosto muito! Comprei outro mais básico, em bordeaux, sem padrão e com decote subido à frente e mais aberto nas costas. Também gosto muito mas não encontro no site (penso que é por ser da coleção passada). Ainda comprei um vestido de malha cinzento na Primark e adorei! 
Já imagino os looks quentinhos e fofos para este Outono/Inverno. 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Dia de limpezas!

Volta e meia tenho que fazer uma limpeza ao computador. Não só às pastas e lixo que se acumulam com ficheiros que já não interessam, mas mesmo no browser. Sou só eu que vou guardando certas páginas, artigos e imagens nos favoritos e nunca mais lhes dou uso? De vez em quando preciso de ir aos favoritos e limpar aquilo. Há coisas que não interessam para nada e que nem sei porque guardei. 

terça-feira, 20 de setembro de 2016

There is no such thing as too many books | Viagens na minha terra by Almeida Garrett


Mais um daquela coleção de clássicos que ando a ler. Tinha muita curiosidade sobre este livro, por ter ouvido os vários professores de português que tive falarem tão bem. Ofereceu-me o meu namorado na feira do livro quando fomos passar as minhas folgas fora e li num instante. Gostei muito da história subjacente, mas as partes que relatam a viagem achei chatinhas, devo confessar.
O livro mistura o relato da viagem do autor entre Lisboa e Santarém com a história da Joaninha, do Carlos, da avó de ambos e de Frei Dinis. Achei muito giro e bem escrito, a história é trágica como em quase todos estes bons clássicos, mas esperava algo diferente. Ainda assim é um livro muito interessante e recomendo!

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

sábado, 17 de setembro de 2016

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Estava a portar-me tão bem

Quando andei a fazer reviews de livros que tenho lido, fui ao site da Wook só para confirmar sinopses. Depois pensei, muito orgulhosa "Já não compro livros há imenso tempo, estou a ficar mais controlada" e até ia escrever um post sobre isso. Isto é motivo de orgulho porque me obriguei a não comprar livros enquanto não lesse todos os que tenho em espera e, como até tenho tido preguiça em ler, não justificava estar a gastar dinheiro nisso agora. Pois que fui ao site e até pensei, para o post, que ia dizer que até tenho resistido aos emails que me mandam com as promoções. Até que me lembrei de um que me mandaram esta semana, com livros a 50% de desconto e fiquei curiosa para ver se teria lá algum dos da minha lista de desejos. E tinha, claro. Sendo assim, este não é um post gabarolas em que conto que tenho resistido a livros (embora me tenha acabado de lembrar que ainda comprei um no mês passado - mas não foi para mim, não conta). É um post em que conto que comprei dois livros pelo preço de um e estou ansiosa que cheguem!

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

There is no such thing as too many books | O primo Basílio by Eça de Queirós


Começo por dizer que adorei este livro e é um dos meus preferidos de sempre!

Eça de Queirós sabe criar, como ninguém, enredos repletos de intrigas, crítica e moralismos. Este livro estava na minha lista há muito tempo. Já tinha lido "Os Maias" (que apesar de ter sido leitura obrigatória do secundário, adorei) e "A relíquia" e gostei imenso da forma de escrita, das histórias e, acima de tudo, da forma como nos descreve e critica tão bem a sociedade daquele tempo, por isso estava muito curiosa quanto a este livro.

A história conta-nos a vida de Luísa e seu marido Jorge, que tem tudo para ser perfeita até à partida de Jorge para uma viagem de trabalho. Daquela vida ociosa que a Luisinha levava até então, vem salvá-la um primo com quem esta tinha tido um pequeno romance quando mais jovem. O primo, uma personagem completamente desprezível mas bastante galante, consegue com que a Luisinha caia em tentação e se envolva com ele. Quem tudo descobre é Juliana, a empregada da casa, que de tudo vai fazer para conseguir o que quer à custa das chantagens que vai fazendo à patroa. Daí até à tragédia, é um instantinho.

Gostei mesmo mesmo mesmo (mas mesmo!) muito deste livro. Não esperava aquele final, mas acho que é uma forma de penalizar tudo o que acabou por acontecer, mostrando que há sempre justiça para os pecados cometidos e que estes não podiam passar impunes. Quase cheguei a ter pena da Luisinha, não fosse ela uma parvalhona que se deixou encantar pelo primo só porque achava que seria giro ter um amante. E aquela Juliana, dá vontade de a encher de porrada a cada passagem, de tão mesquinha que era. E o primo Basílio, aquele sacana, que homem mais detestável. 
Gostei muito! Recomendo mesmo!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

If I could...

Se pudesse escolher um talento que gostaria muito de ter mas com o qual não fui agraciada escolheria, sem sombra de dúvida, saber cantar bem. Para alguém que gosta tanto de música e de cantar, como eu, era o ideal. Não queria ser cantora ou fazer disso vida, mas ajudava não ter voz de cana rachada sempre que me ponho a ouvir música e a cantar feita louca. Gostava tanto! 

Ouvir alguém que tem esse talento, alguém que sabe realmente cantar e o faz na perfeição, emociona-me sempre tanto. E depois fico com um bocadinho de inveja porque eu queria saber fazer igual; queria cantar minimamente bem para não ter vergonha de o fazer até quando estou sozinha. Pôr os auriculares, apreciar a minha música e cantar como me apetece, mas fazê-lo bem. Não sei, era mesmo algo que eu adoraria saber fazer. 

Há pessoas que abusam de tão boas que são: têm vozes lindas, sabem usá-la, têm/são bons escritores e ainda conseguem pôr sentimento naquilo que cantam e eu acho isso incrível e das coisas que mais me emocionam e impressionam. 

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Sugerindo #5

Sou uma apaixonada por ditados e dizeres tradicionais portugueses. Acho imensa piada à forma como se encaixam tão bem em tantas situações e, na sua maioria, são bem acertados. Depois há aqueles super engraçados e que dão sempre para fazermos um brilharete quando os usamos. Sei mais ditados populares do que os meus pais e, provavelmente, que a minha avó. Vou aprendendo com várias pessoas e, ainda por cima, com pessoas naturais de sítios diferentes, o que dá logo uma variedade de expressões muito típicas e interessantes. Acho engraçado, pronto. Expressões tipicamente nossas têm a sua importância cultural.

A propósito deste tema, sigo no facebook já há uns tempos, uma página chamada Portuguese Sayings que, basicamente, traduz de forma literal as expressões tão nossas para a língua inglesa. Ou melhor, nas próprias palavras deles:



Já me ri tanto com eles!!! Ainda no outro dia fiquei meia hora a rir (mais as vezes em que me lembrava do nada) do seguinte:


Eu sei, não tem assim tanta piada, mas eu quando acho graça a alguma coisa consigo ficar a rir daquilo horas e horas, sempre que me lembrar, como se fosse a primeira vez. E depois a própria expressão em português é tão parva, tão sem sentido, que só me dava vontade de rir. 
Espero que vão espreitar a página porque tem coisas mesmo engraçadas.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Contraproducente, I guess

Aquelas pessoas que vão ao ginásio porque se querem sentir e ser mais saudáveis mas depois se enchem de ben-u-rons e voltarens desta vida quando, no dia seguinte, acordam com dores musculares. I mean, é suposto doer. Estamos a mexer músculos, por vezes exageramos ou nem estamos tão habituados àqueles exercícios por isso doí mais no dia seguinte. Mas se o objetivo é ser saudável, se calhar não é muito boa ideia entupir o corpo com medicações completamente desnecessárias.

domingo, 11 de setembro de 2016

It's so sad

Quando era miúda não entendia porque é que as pessoas ficavam tão tristes pela morte de alguma "estrela". Para mim era só mais um músico, um ator, um escritor. Sei lá. Era empática que chegasse para perceber que a morte de alguém, fosse quem fosse, causava sempre aquela sensação de pesar. Mas só depois de crescida, depois de entender o verdadeiro significado da morte e, acima de tudo, de começar a ter eu própria os meus ídolos, só depois disso é que comecei a sentir verdadeiramente e - pior - a temer a morte de certos artistas. O nosso cantor preferido um dia vai morrer e deixar de cantar e lançar álbuns novos, um dia não vamos ler mais nada novo daquele escritor que adoramos, sei lá, é triste. Fico triste com isso. E se, por um lado, pessoas assim deixam sempre um legado ao qual podemos voltar quando quisermos (basta ouvir a mesma música, ver aquele filme, ler os livros), por outro, a partir da sua morte, nunca mais vai haver nada novo deles para apreciarmos.

Quais são os artistas que não queriam que partissem nunca nunca nunca?

sábado, 10 de setembro de 2016

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

só vejo tudo a andar para trás

Falta exatamente um mês para o meu aniversário e eu ainda não sinto aquela excitação típica minha. Tudo pode ainda mudar porque eu continuo a adorar aniversários e a querer tirar o melhor partido do meu dia especial, mas este ano ainda não estou no espírito, ao contrário dos anos anteriores. Não sei o que me apetece fazer nesse dia, se esteja com amigos ou só com a família, se me apetece só ir jantar a algum sítio ou fazer a típica reuniãozinha familiar... Nem sequer tenho, ainda, uma lista de desejos daquelas mesmo fúteis e egoístas. Sei lá, não estou no espírito. Em outros anos sempre tive algo que ansiar, sempre tive objetivos a cumprir, coisas a atingir e a passagem do meu ano significava que esses objetivos estariam mais próximos da concretização. Estava feliz, estava concretizada ou em vias de me realizar ainda mais a vários níveis. Este ano não. Continuo a ter objetivos mas estão mais longínquos e difíceis de atingir, incertos, sem perspetivas de nada num futuro próximo.Não vou negar, este ano tem sido muito difícil para mim. Muitas frustrações, muitos problemas, ainda agora recebi mais uma má notícia, as coisas não andam bem em alguns pontos importantes da minha vida. E é isto. É por isto que não consigo estar agora a preocupar-me, a encher a cabeça com planos de aniversário, com coisinhas fúteis destas.  

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Sou um desastre


Tenho carta de condução há quatro anos, mas ainda me sinto como se estivesse a pegar no carro pela primeira vez quando tenho que fazer algum percurso fora das minhas rotas habituais. Fico nervosa. Tenho sempre medo de fazer asneiras, de empancar o trânsito, de não me desenrascar, sei lá. O facto de só conduzir de vez em quando e de fazer sempre as mesmas trajetórias ajuda a estes medos infundados, mas é um work in progress. 
Para este ano, um dos meus objetivos era conduzir mais e já está em andamento. Este ano já conduzi muito mais do que em anos anteriores, mesmo que só para sítios perto de casa (grandes viagens ainda não são para mim). Ainda assim, e apesar dos medos, sou uma condutora despachada. Detesto conices, desculpem a expressão. Sou uma pessoa naturalmente prática e gosto das coisas bem feitas mas sem andar ali com muitas picuinhices. Estaciono e fica como ficar (dentro dos limites possíveis, claro), não ando ali quase a medir de regra e esquadro como vejo muita gente fazer.  Sou minimamente segura para saber o que faço. Mas depois, à custa deste meu hábito de ser assim nada minuciosa, já dei cabo do carro algumas vezes. 


O carro que conduzo é dos meus pais; um carro mais velho do que eu. Por isso mesmo, e como o meu pai diz, "este carro é para dares umas trombadas com ele, para aprender". Se o carro fosse novinho e os meus pais se passassem comigo por qualquer risco, a verdade é que teria mais cuidado certamente (e mais medo de fazer asneiras também). Para verem bem, na semana passada fui capaz da proeza de bater com o carro duas vezes no mesmo dia. Os estragos não foram grandes, são coisas que mal se notam e, ainda por cima, fui capaz de estragar por cima de outros estragos anteriores (sou perita a fazer disto!). Quando mando mensagem ao meu pai a contar o sucedido, a resposta foi "Ok. deixa lá. bjs". Mais relaxado é impossível :) Pior ficou a minha avó, que quando a minha mãe lhe foi contar que tinha estragado o carro outra vez (a primeira tinha sido em casa dela), leva as mãos à cabeça e diz "outra vez?? A miúda está com o diabo no corpo!" ahahaha

Contando assim, pareço uma aselha de primeira. E se é verdade que sou um bocadinho distraída e faço pequenas asneiras, também é verdade que tenho uma condução segura e que é perfeitamente seguro andar de carro comigo. Nunca tive nenhum acidente. Todas as vezes que esbardalhei o carro foram coisinhas de nada, pequenos arranhões a sair da garagem, um toque no espelho e estas duas vezes do outro dia, mas nunca coisa graves nem que precisem de muito dinheiro para compor. São coisas que derivam da minha falta de noção espacial e distração, do meu desenrascanço, de querer fazer tudo rápido, e não por ser perigosa na estrada. Além disso, consigo sempre fazer proezas do género estragar onde já estava estragado antes, por isso não causo grandes mossas. Que vale é que o meu pai é mesmo fixe com isto senão o que ganho já não chegava para cobrir os estragos! :)

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

There is no such thing as too many books | 1984 by George Orwell


Aqui está um livro que me deixou completamente em dissonância cognitiva. Por um lado gostei, mas por outro...
Não sei o que dizer sobre este livro porque gostei e não gostei.

Segundo a sinopse da Wook: "1984 oferece hoje uma descrição quase realista do vastíssimo sistema de fiscalização em que passaram a assentar as democracias capitalistas. A electrónica permite, pela primeira vez na história da humanidade, reunir nos mesmos instrumentos e nos mesmos gestos o trabalho e a fiscalização exercida sobre o trabalhador. O Big Brother já não é uma figura de estilo - converteu-se numa vulgaridade quotidiana."

A premissa de que parte este livro é interessantíssima: a ideia de que somos todos controlados, que há sempre alguém a observar-nos, a "manter-nos na linha"; que somos todos guiados por algo maior que se impõe à nossa vida, aos nossos gostos, desejos e vontades. Esta ideia de que somos uma espécie de rebanho controlado por alguém maior é muito interessante e faz muito sentido nos dias de hoje, apesar de tudo, se tivermos em conta a forma como estamos sempre a ser observados ("The big brother is watching you" - basta termos em conta os reality shows, as redes sociais...). Mas depois tem também o lado humano da busca pela liberdade, o pensamento que se quer diferente, único, a procura pela individualidade, o ser/fazer o que queremos sem imposições de terceiros. 
Houve partes que achei um bocadinho chatas, confesso; mas no geral gostei mito da narrativa do livro, da forma como a história se desenvolve, na forma como nos faz pensar na nossa vida atualmente, onde tudo o que fazemos e dizemos pode ser acessível a todos por causa da internet e das redes sociais. Mas depois detestei aquele final porque acreditei verdadeiramente que toda aquela busca pela individualidade, pelo direito à privacidade, fosse realmente ao encontro do que eu esperava. Não vou dizer mais para não estragar o livro a quem possa ficar interessado em lê-lo, mas detestei o final e pensei que seria diferente, Fiquei desiludida porque queria outra coisa, não porque fosse mau. 

Enfim, gostei deste livro (apesar de o meu namorado achar que não - foi prenda dele e ele adorou o livro; queria que eu gostasse tanto quanto ele) e acho que é muito pertinente nos dias que correm; é uma leitura que continua a ser muito atual e que se adequa bem tanto a mais novos como a mais velhos. Recomendo!

domingo, 4 de setembro de 2016

Em Setembro é que vai ser!

Em Agosto, fui uma menina muito preguiçosa. Fui duas vezes ao ginásio e só corri uma vez, nas férias do meu pai. Depois disso, andei entretida a trabalhar e a aproveitar as folgas. Não fiz exercício nenhum que não fosse no trabalho, a carregar caixas, subir e descer escadas e a andar de um lado para o outro. Penso que a nível de peso está tudo igual, mas sinto-me culpada por não ter feito grande coisa por mim durante todo o mês. Também andei a fazer mais asneiras alimentares, o que se torna numa mistura nada boa. Mas, enfim, férias são férias e já que não as tive a sério, fiz férias do ginásio e da vidinha mais saudável. Agora é recomeçar no ginásio e controlar mais a parte alimentar, que isto é uma objetivo ongoing, para a vida. Não tem mal perder o foco (e às vezes só faz é bem!) mas também é necessário regressar aos bons hábitos.

sábado, 3 de setembro de 2016

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Setembro


Sempre gostei de Setembro. Para quem passou a maior parte da sua vida até ao momento presente na escola, Setembro é mês de recomeços. O regresso às aulas, às rotinas, à vida corriqueira. Setembro é uma espécie de ano novo assim já para o final do ano. Fazem-se resoluções, desejos, agora é que vai ser... Para quem trabalha, na maioria das vezes significa regresso ao trabalho. É mesmo um mês de recomeçar a vida que parece que fica meio estagnada no Verão. Andamos para aqui a meio gás, metade de férias e a outra metade a pensar nelas. O Verão é muito lindo mas também é cansativo e Setembro faz-me sempre lembrar a reconstrução do ninho. Voltar a virarmo-nos mais para casa, para as coisas a fazer dentro de casa, os planos de saídas começam a abrandar e tudo volta, aos pouquinhos, ao seu lugar. 

Para mim, este ano, Setembro é um mês igual aos outros porque não vou para a escola e não tive férias por isso também não regresso ao trabalho. Mas estou ansiosa para ver como será o movimento lá no trabalho. As pessoas começam a trabalhar, os miúdos vão para a escola, não há dinheiro para gastar em lojas porque já se gastou tudo nas férias e em livros escolares. Confesso que preciso de uns dias mais calmos, principalmente quando sou eu a fazer fecho, porque todos os dias temos ficado muito para lá da hora de saída. Os saldos também já deram o que tinham a dar, estou mortinha por termos a nova coleção para ver se tudo abranda um pouco antes da correria do Natal. 

Ainda conto ir uns dias à praia, aproveitar os últimos dias quentes para andar pela rua, mas confesso que já sinto um pouco a falta dos dias mais frescos. Venha daí Setembro!

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Um jogo de gente velhota

Em qualquer casa onde entro faço sempre aquele jogo "E se esta casa fosse minha?". Posso passar horas a pensar que tipo de móveis escolheria, os sofás, que decoração ficaria lá melhor, que cortinas iam bem naquela decoração... Até imagino projetos DIY que incluem SEMPRE pintar os móveis antigos de branco ou cores giras tipo rosas e azuis. Faço isto imensas vezes e é uma cena que me deixa mesmo contente. Uma espécie de jogo das casinhas de quando era criança, mas versão adulto. Eu e o meu namorado fazemos isto em casa dos avós dele como passatempo, já que lá não há tv nem internet. Passamos horas nisto sempre que lá estamos os dois. É oficial: estou uma velha. 

terça-feira, 30 de agosto de 2016

There is no such thing as too many books | A rapariga que roubava livros by Markus Zusak



Este livro é narrado pela Morte, que vai recolhendo as almas das vidas perdidas na Alemanha, durante a segunda Guerra Mundial. A mesma Morte, vai contando as aventuras da pequena Liesel, uma rapariga dada para adoção, que conheceu por altura do funeral do irmão e quando esta havia roubado o seu primeiro livro. Depois disso, são narrados a vida e os roubos de livros desta personagem. 

Eu adorei este livro! Gosto de tudo o que tem a ver com a segunda Guerra Mundial ou fala sobre essa altura, mas este livro tem especial encanto por se focar numa personagem aparentemente tão banal mas que se torna tão intrigante. Gostei mesmo muito da história, o final é muito bonito e não podia imaginar melhor. É um livro muito bem escrito, interessante e dá-nos ainda assim um ponto de vista diferente do que é a vida numa altura daquelas e é muito cativante. Gostei mesmo muito, é das minhas histórias preferidas. Daqueles livros que nos traz imensos sentimentos ao mesmo tempo, que nos deixa de coração nas mãos a ler. Aconselho muito!

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Bom dia!

A semana começa com folga e folgas significam praia! A ver se o tempo hoje se mantem quente, já que na quarta passada também era para ir e chovia a potes. Ahhh, como eu adoro estas coisas de planos que saem furados depois de dias completos de antecipação #sqn. A ver vamos se hoje dá para aproveitar.