segunda-feira, 29 de maio de 2017

Ontem passeio, hoje trabalho

Ontem queixava-me da minha má sorte por causa da previsão de chuva no dia em que ia, finalmente, sair para passear. Mal sabia eu do dia lindo que tinha pela frente! Só começou a chover ao fim do dia, já nós tínhamos visto tudo e tirado muitas fotos. Estávamos já dentro de casa de familiares a lanchar/jantar quando o tempo começou a ficar mais fresco e enublado. Todo o resto do dia esteve sempre sol, até meio abafado, quente. Thank god! 

O dia foi excelente. Estou aqui morta hoje, já que ontem foi um dia comprido e cansativo, chegamos a casa tarde e deitei-me ainda mais tarde, mas valeu muito a pena. Aquela zona é linda! Tirei imensas fotos, vi coisas bonitas, dei comida pela minha mão a cabrinhas, vi imensas flores diferentes, comi bem...  Ri muito, conversei ainda mais. Que dia feliz! Ia já outra vez, mas diz que tenho que trabalhar. 

domingo, 28 de maio de 2017

Weekend mood

Dêem-me dias de passeio a sítios perdidos no meio do nada, com paisagens bonitas e muito verde e flores à volta e sou uma mulher feliz. Juntem a isso um convívio com muitas pessoas, gente reunida à mesa, e temos em mim uma pessoa incrivelmente mais feliz. 

Hoje o passeio é para Vila Real, onde o meu namorado tem familiares. Uma terrinha bonita com paisagens fantásticas, lá no cu de Judas. Adoro! Pena não estar bom tempo. Anda a pessoa a trabalhar a semana inteira com um calor de morte, mas no dia em que vai laurear a pevide dão previsão de chuva. Obrigadinha.

sábado, 27 de maio de 2017

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Quando eu tiver uma casinha...

Só palpites

Há uns dias fui acompanhar a minha mãe ao cabeleireiro. Enquanto lá estive, estive atenta às pessoas e às conversas já que não tinha nada para fazer. Estava lá uma senhora com o filho de 4 anos. O miúdo era minúsculo e estava de chupeta na boca. Logo choveram comentários em como era muito grande para usar chupeta, que devia deixar isso para os bebés, que é feio e fica mal e que depois vai para a escola e os meninos gozam com ele. A mãe, com uma paciência de santa, lá ia ignorando ou soltando umas frases feitas para a deixarem em paz. Depois o miúdo começou a ficar com sono. Logo mil comentários porque não é normal uma criança de quase 5 anos fazer sestas, que depois não pode ir dormir quando for para a escola, que é preciso desabituá-los das sestas por volta dos 5 anos para depois não haver problemas quando forem para a escola. A mãe, novamente, a desvalorizar o assunto, lá ia respondendo. Enquanto estava naquela morrinhice de sono, ia mexendo na orelha da mãe. Ficaram todos muito aflitos, que isso são hábitos feios, que depois não sabem dormir se não fizerem aquilo, que depois de crescido é muito feio fazer isso...  
Depois foram comentários porque o cabelo do menino não estava assim tão grande para ter que cortar, que ficava bonito assim e mimimi. 

Eu já me estava a passar. Apetecia-me mandá-las todas calar. Com a mania que são todas mães e sabem o que é melhor para os filhos dos outros só porque já tiveram filhos também. A senhora foi uma santa, com uma paciência de Jó, ali sempre calada ou a desvalorizar o assunto. Se fosse eu tinha-as mandado todas dar uma volta, que não tenho paciência para estas merdas e muito menos admito que queiram saber mais da minha vida do que eu. Que mania esta de dar palpites sobre os filhos dos outros. Ninguém lhes perguntou nada! 

quinta-feira, 25 de maio de 2017

this!





Fingir a morte


Há dias li um artigo sobre uma rapariga de 26 anos que, depois de ter discutido com o namorado e de já estar bastante bêbeda, foi para casa e enforcou-se. Supostamente, a ideia seria que o namorado a encontrasse antes, mas correu mal. Ou seja, ela queria que o namorado a visse assim para que ele se sentisse mal por terem discutido. Infelizmente, a história não acabou bem. Pais e amigos dizem que ambos tinham um excelente relacionamento, um futuro planeado e nada fazia prever um desfecho destes. Inclusivamente, todos afirmavam que ela era uma pessoa alegre, divertida, de bem com a vida, saudável e mentalmente estável.
Na minha opinião, os familiares podem achar tudo isso, mas nenhuma pessoa mentalmente sã e estável pensa "deixa-me fazer de conta que me vou enforcar, para o meu namorado chegar a casa e ver-me assim, sentir remorsos pela discussão e amar-me incondicionalmente". Uma pessoa que tenta manipular outra desta forma, na minha opinião, não é mentalmente saudável. 


Nunca consegui entender esta lógica de "vou fazer de conta que me mato/que morri para ver se ele não me deixa/volta para mim/me dá valor". Qual é a ideia? Querem que a outra pessoa fique na relação porque as ama ou sob ameaças, pelo medo que a outra acabe com a sua vida? E quando há encenação de morte, pensam que a outra pessoa nunca vai descobrir? Qual é mesmo a linha de pensamento aqui? 

Conheci bem de perto uma situação semelhante. Namoraram durante uns anos, ela era aparentemente adorável mas já se notava ali uns certos sinais de alarme que, na altura, considerei resultantes da educação, por ser muito mimada, talvez um pouco imatura. Acabaram a relação. Depois penso que reataram brevemente, mas acabaram mesmo por pôr um ponto final definitivo. Já tinha passado uns tempos desde o rompimento, penso que nunca mais houve contacto entre ambos, quando um dia ele recebe uma mensagem do número da mãe dela a dizer que ela se tinha suicidado e que o funeral seria no dia seguinte. Ele ficou mesmo mal, faltou ao trabalho e tudo, andou ali uns dias de rastos, até que se descobriu que era tudo farsa. O objetivo de tudo aquilo? Talvez fazê-lo sentir-se culpado, não sei. Sei que depois disso a vi uma ou duas vezes na rua, fez de conta que nem me viu e ainda bem, porque a minha vontade é de lhe dar dois murros nos olhos. Uma pessoa que brinca assim com os sentimentos dos outros não merece qualquer respeito da minha parte. Que coisa ridícula e tão sem noção. Não se brinca com assuntos sérios como estes. Que raio de pensamento mesquinho este, de propositadamente fazer sofrer as pessoas que as amam. Só pode mesmo ser atitude de alguém muito perturbado. Em vez de se meterem a fazer destas coisas, que procurem mas é alguém que as ajude, um amigo, um psicólogo... Não me venham é dizer que estas pessoas são mentalmente sãs porque é impossível que assim seja.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Instagramando | Abril e Maio

Esta rubrica do blog acaba por ficar muito esquecida. Não porque eu não seja assídua no instagram, porque sou. É até a minha rede social de eleição. Mas não sei porquê, acabo por esquecer de ir atualizando por aqui. Também não tenho um feed todo bonitinho e arranjadinho por cores e tons e filtros e essas cenas todas, então não sei muito bem se interessa partilhar mais... Mas com a chegada da Primavera, o meu feed enche-se de cores e flores. Nota-se, pela montagem que aqui deixo. Se gostam destas coisas ou simplesmente querem ver o que mais vou publicando por lá, não deixem de seguir o meu perfil no instagram.